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	<title>Tubo de Ensaio</title>
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	<description>ensaios e pensamentos e experiências cotidianas</description>
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		<title>Tubo de Ensaio</title>
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		<title>Monografia</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 16:49:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tubodensaio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Alô você! Na verdade sei que esse é um blog pessoal e por isso quem mais entra sou eu. Entretanto, vai saber se tem alguém que acompanha meu blog. SE TIVER, esse é o momento. Vou publicar a minha monografia &#8230; <a href="http://tubodensaio.wordpress.com/2009/11/20/monografia/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tubodensaio.wordpress.com&amp;blog=6298321&amp;post=175&amp;subd=tubodensaio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="alignright" style="margin:5px;" src="http://www.codart.nl/images/DouOldWomanReadingLectionaryCa1630RMA350.jpg" alt="" width="311" height="405" />Alô você!</p>
<p style="text-align:justify;">Na verdade sei que esse é um blog pessoal e por isso quem mais entra sou eu. Entretanto, vai saber se tem alguém que acompanha meu blog. SE TIVER, esse é o momento. Vou publicar a minha monografia enquanto estou escrevendo-a.</p>
<p style="text-align:justify;">Sem cortes, revisões e etc. No pêlo. O que gostaria é a opinião de quem quer que seja sobre o que leu. Concorda? Não? é só falar.</p>
<p style="text-align:justify;">Enfim, segue abaixo o primeiro e segundo Capítulo.</p>
<h2 style="text-align:justify;"><strong>Capítulo 1: História e Ideologia</strong></h2>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>1.1. A Era de Ouro do capitalismo</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O começo do século XX foi um dos períodos mais conturbados da recente história humana. Uma de suas características fundamentais foi o surgimento de uma sociedade de consumo de massa. Portanto, para um melhor entendimento deste período e, consequentemente da atualidade, é necessário montar uma linha histórica dos principais acontecimentos e rever como estes eventos fomentaram uma mudança de paradigma na forma da sociedade consumir.</p>
<p style="text-align:justify;">Antes de tudo, quando se fala do século X, é necessário citar uma das pessoas que mais influenciou o estilo de vida do século passado: Henry Ford. Com o modelo de linha de produção (ou montagem), Ford massificou a produção de seu carro &#8211; o Ford Modelo T &#8211; e criou uma revolução na indústria como um todo. Em outras palavras, foi a partir dele, que se iniciou a produção em massa de diversos produtos industriais. Contudo, não foi somente a linha de montagem que proporcionou o surgimento do consumo de massa, outros dois eventos históricos tiveram muita importância para tal surgimento, isto é: as duas Guerras Mundiais.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><span id="more-175"></span>Por ordem cronológica, a Primeira Guerra Mundial proporcionou a evolução da metodologia e a otimização da produção em série, já que as indústrias tinham que produzir rapidamente para abastecer os Estados em conflito e as próprias populações. Entretanto, com o fim da guerra, as empresas tiveram que focar nos seus mercados internos, ou para reconstruir o próprio país, ou para escoar o excesso de oferta. Desta forma, o resultado foi, junto a uma especulação do mercado, a superprodução de bens e consequentemente a quebra da bolsa de Nova Iorque no período entre guerras.</p>
<p style="text-align:justify;">Já a Segunda Guerra Mundial, que teve um papel mais importante na sedimentação do mercado de massa, agiu de duas maneiras: (a) consolidando a evolução do processo de eficiência da linha de produção; (b) tendo um período pós-guerra mais maduro se comparado com o período após a Primeira Guerra. Ou seja, as economias capitalistas &#8211; considerando, primeiramente, a economia norte-americana visto que a Europa estava destruída e demoraria certo tempo para se recuperar &#8211; aprenderam que não poderiam simplesmente superproduzir bens de consumo a partir da migração das indústrias (e suas linhas de produção) bélicas para as indústrias de bens de consumo. Desta vez, as indústrias tiveram que ir atrás de novos mercados para poder distribuir os seus excedentes – o que deu inicio ao processo de internacionalização de suas indústrias e empresas &#8211; e, como um golpe de sorte, a economia capitalista conseguiu absorver a oferta das indústrias bélicas a partir do surgimento de um adversário ideológico à altura – isto é, o comunismo. Em suma, a partir do fim da 2ª Guerra, tais acontecimentos deram início ao o que o historiador Eric Hobsbawn chamaria de <em>Era de Ouro </em>do capitalismo (HOBSBAWN, 1995, p. 15) &#8211; período no qual se formou definitivamente a sociedade de consumo de massa e que só terminou com a crise do petróleo no início da década de 1970.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>1.2. O nascimento do computador pessoal</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Partindo desta breve história da primeira metade do século XX, podemos seguir adiante e entrar no período que iniciou a transformação na forma como as indústrias (das economias desenvolvidas) enxergavam o seu consumidor. Em outras palavras, essa transformação diz respeito à passagem do foco no consumo de massa para o que parece ser mais do que uma tendência atual, isto é, o foco no consumo, e também na comunicação, centrado no indivíduo. Esta terminologia diz respeito ao que enxergamos ser o modo como o marketing atual esta sendo desenvolvido. Ou seja, o processo de segmentação de mercados, cada vez mais, esta levando a comunicação para um mercado muito complexo nas suas necessidades, que não pode ser mais tratado de forma homogênea<a href="#_ftn1">[1]</a>, e, por fim, que tende ao limite lógico da própria segmentação, isto é, a segmentação em único indivíduo. Para ficar mais claro tal conceito, é só levar em conta que atualmente em uma ação de comunicação via celular, que possua um banco de dados de CRM (<em>Customer Relationship Manager</em>) e um GPS (<em>Global Positioning System</em>), é possível saber o hábito de consumo de determinada pessoa e enviar uma oferta exclusiva em um determinado horário e lugar geográfico<a href="#_ftn2">[2]</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">Retomando o processo de transformação do consumo e da comunicação, é necessário lembrar o período final da <em>Era de Ouro</em> &#8211; localizado no começo da década de 1970 &#8211; e traçar um paralelo com o surgimento do computador pessoal, fato que consideramos ser o motor propulsor do início da comunicação centrada no indivíduo. Para isso, precisa-se observar e analisar os principais acontecimentos que ocorreram entre as décadas de 1970 e 80:</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Como observado, no ano de 1973, historicamente ao mesmo tempo em que o mundo inteiro era atingido pela Crise do petróleo, um setor da empresa Xerox lançava o primeiro computador pessoal: o Alto. Além da importância histórica, este evento tem uma enorme relevância porque a possibilidade de ter um PC em casa (mesmo que neste primeiro momento não existisse uma adoção massiva deste novo produto) significava o início do surgimento de tecnologias para uso pessoal.</p>
<p style="text-align:justify;">Podemos exemplificar esta afirmação com o surgimento do VHS em 1976. Este evento indica que o consumidor não precisava mais esperar que o seu filme predileto, que ele provavelmente só assistiu no cinema, passasse novamente em um cinema próximo ou na televisão. A partir daquele momento, ele poderia simplesmente comprar ou alugar um filme e o ver quantas vezes quisesse no conforto da sua casa. Isto realmente é o início da transformação de um paradigma no qual o que antes era uma experiência coletiva e, principalmente, o indivíduo necessitava ir ao encontro da mesma, agora ele simplesmente poderia escolher o que assistir na hora que quiser. Em outras palavras, era o início da transformação de uma indústria focada no consumo de massa, no qual um produto era feito igualmente para ser distribuído em um enorme mercado, para uma indústria focada na segmentação do consumo, no qual um produto é pensado em razão de uma fatia do mercado. Ou seja, <em>“</em>a tecnologia acelerou a velocidade das mudanças que, por sua vez, fizeram que as audiências mudassem e se fragmentassem ainda mais depressa<em>” </em>(AITCHISON &amp; AUSTIN, 2006, p. 19).</p>
<p style="text-align:justify;">Por fim, como marco central da nossa linha do tempo, temos o lançamento do Macintosh em 1984. Com este produto, a Apple transformou o mundo dos computadores. O grande diferencial deste computador – e que é uma característica nos produtos da companhia até hoje – estava na facilidade de uso, ou usabilidade<a href="#_ftn3">[3]</a>, que o sistema operacional possibilitava a todos os seus usuários, dos avançados aos mais iniciantes no uso dos computadores – o que consequentemente possibilitou a maior penetração do produto no mercado. Em suma, a preocupação da Apple em desenhar os produtos focando (ou centralizando) nas dificuldades, necessidades e características do seu consumidor (ou usuário), fez (e faz) dela uma das grandes companhias do mercado mundial.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>1.3. Linguagem, Internet e Design Centrado no Usuário</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Retomando o processo de transformação do mercado de massa para o mercado centrado no consumidor, ou consumo centrado no usuário &#8211; termo que também usaremos a partir de agora -, precisamos observar que o desenvolvimento de novas tecnologias, como o computador, e novas mídias, como a internet, alteram o modo como pensamos e interagimos com o mundo, ou seja, nossas práticas sociais. Para explicitar mais este conceito, façamos um paralelo entre os meios de comunicação e a linguagem. Para isso, é preciso assumir como premissa que ambas são, na sua essência, uma forma de transmitir informação.</p>
<p style="text-align:justify;">Partindo inicialmente das características da linguagem e suas implicações na sociedade, vamos referenciar José Luiz Fiorin. Para o autor, uma das características básicas da linguagem é que ela não esta desvinculada da ideologia vigente no mundo, visto que “não existem ideias fora dos quadros da linguagem [...] por isso, a cada formação ideológica corresponde uma formação discursiva, que é um conjunto de temas e de figuras que materializa uma dada visão de mundo” (2006, p. 32). Extrapolando o pensamento do autor, e considerando que nessa conceituação existe um processo de retroalimentação &#8211; já que a ideologia só se sustenta porque é divulgada a partir da própria linguagem -, podemos pensar que o surgimento de novas linguagens, ou mídias, também possibilita uma alteração na visão de ver, perceber e agir no mundo. Esta afirmação pode ser exemplificada com o que Thomas L. Fridman chama de o achatamento do mundo, ou seja, com o surgimento de novas tecnologias e mídias de comunicação (e principalmente da internet):</p>
<p style="text-align:justify;">Agora um número maior do que nunca de pessoas tem a possibilidade de colaborar e competir em tempo real com um número maior de outras pessoas de um número maior de cantos do globo [...] num pé de igualdade maior do que em qualquer momento anterior da história do mundo. (FRIDMAN, 2005, p. 18)</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Assim, o advento de novas tecnologias e mídias, como a internet, mudou a forma como nos relacionamos diariamente com a nossa vida pessoal e profissional. Portanto, como também foi dito a respeito da linguagem e do processo de retroalimentação, é muito natural que os elementos que compõe as novas mídias, também sejam introduzidos na nossa ideologia. Logo, considerando a Internet, que foi uma das mídias que mais impactou as nossas relações sociais nos últimos anos, e a análise de Friedman, podemos considerar que as características elementares da mídia digital estão cada vez mais infiltradas na nossa forma de pensar.</p>
<p style="text-align:justify;">Ademais, em busca de quais são estes elementos (ou características) para perceber como estamos sendo influenciados, visualizamos que o desenvolvimento da Web &#8211; e de todas as mídias digitais que possuem uma interface gráfica -, esta fundamentalmente pautado no conceito de Design centrado no usuário, ou seja, uma mistura de usabilidade com arquitetura de informação<a href="#_ftn4">[4]</a> que busca atingir uma experiência de navegação simples, fácil e intuitiva, segundo as possibilidades e necessidades do usuário. Desta forma, pode-se perceber que este conceito fundamental, ao longo dos últimos anos, esta transformando o modo como nos relacionamos com o mundo, ou seja, cada vez mais, esperamos que nossas interações sociais também sejam mais simples, fáceis e intuitivas, segundo as nossas possibilidades e necessidades – ou, outras palavra, uma simples reprodução da ideologia digital. Portanto, como resultado, o mercado consumidor espera que a comunicação de qualquer marca seja feita de forma mais centralizada nas suas necessidades, ou seja, em forma de uma comunicação centrada no usuário. Assim, aquele que buscar produzir algo para este novo mercado terá que entender não só as necessidades do consumidor – ou, como preferimos dizer, do usuário –, mas perceber o que realmente faz sentido para e às pessoas, ou melhor, o que é desejável para elas.</p>
<p style="text-align:justify;">Por fim, chegamos ao ponto crucial do nosso primeiro capítulo. Como observado, as tecnologias advindas do microprocessador realmente começaram a afunilar o mercado de consumo de massa para um mercado segmentado &#8211; ou como argumenta Seth Godin (2009): atualmente, graças à internet, as tribos estão em todos os lugares. Portanto, considerando a web como uma mídia resultante desse momento histórico, podemos dizer que o surgimento dela, junto com os seus elementos fundamentais, mudou e está mudando o modo como nos relacionamos socialmente e, consequentemente, como interagimos com as marcas e produtos que estão a nossa volta.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<h2 style="text-align:justify;"><strong>Capítulo 2: A realidade brasileira</strong></h2>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Feita essa breve evolução histórica, podemos entrar na atual situação da área de comunicação. Como dissemos, atualmente, as empresas precisam compreender o que é desejável para o consumidor, para assim determinar como este irá interagir com os produtos e marcas. No entanto, não estamos dizendo que isso não existe, não seríamos inocentes e cegos ao ponto. Claro que existem casos como o <em>iPhone</em>. Entretanto, observamos no dia a dia que ainda são poucas as empresas que estão preocupadas com isso, principalmente em países subdesenvolvidos e com um mercado imaturo como o Brasil. Deste modo, cabe ressaltar o fato que se as companhias estão assim, imagine o cenário das agências de publicidade. Obviamente, como uma prestadora de serviço, esta última, geralmente, age conforme o cliente pensa e quer. Para complicar um pouco mais, no Brasil, na grande maioria, os clientes das agências são transnacionais que sabem, obviamente, a importância estratégica do país em seus negócios, e o quanto podem investir no nosso mercado. Sem contar com o fato que o presente panorama das empresas mundiais, na supremacia dos casos, apresenta um maior interesse no fluxo de caixa do que em qualquer outra atividade de comunicação (AITCHISON &amp; AUSTIN, 2006, p. 22). Portanto, é notório que cada vez mais um problema estrutural na área da propaganda e publicidade brasileira se forme.</p>
<p style="text-align:justify;">Não obstante, muito dessa problemática também advém da mentalidade de alguns grupos da propaganda nacional. Por exemplo, muitas vezes observamos uma parcela de publicitários que não cansam de formular regras e conceitos certeiros do modo como a publicidade digital deve ser. Entretanto, esta nova mídia é muito recente e esta em constante evolução para podermos afirmar, com certeza absoluta, qualquer tipo de regra. É necessário dizer isto principalmente pelo fato de que muitas agências atuais não necessariamente agem como deveriam, ou seja, como parceiras que entendem do negócio do cliente e que acabam por prestar consultorias de marketing (LUPETTI, 2003). Elas preferem simplesmente fazer uma campanha e pensar só no seu próprio fluxo de caixa, mesmo que tal campanha seja para produtos que contenham problemas estruturais. Vide o caso da campanha da Telefônica com Marcelo Tas<a href="#_ftn5">[5]</a> e os problemas que a empresa possui ao servir o seu usuário<a href="#_ftn6">[6]</a>. Muito disto também acontece porque o modelo de negócio das agências é baseado na constante e ininterrupta tentativa de criar peças diferenciadas que possuam um alto grau de persuasão intrínseco. E assim, sem se preocupar com a efetividade das suas estratégias de comunicação, muitas agências estão agindo como as empresas que, segundo uma pesquisa realizada pela <em>Business Week,</em> consideram que “ter grandes lucros é mais importante [...] do que desenvolver produtos seguros, confiáveis e de qualidade para os consumidores”  (AITCHISON &amp; AUSTIN, 2006, p. 22).</p>
<p style="text-align:justify;">Desta forma, não é de se estranhar que esta atitude tenha um reflexo direto: a queda de confiança e fidelidade nas marcas por parte do consumidor. Como relata o Austin e Aitchison (2006, p. 28), uma pesquisa realizada pelo antigo professor da <em>London Business School,</em> Andrew Ehrenberg, constatou que usar a emoção para persuadir alguém a comprar algo, pelo simples fato de criar somente uma relação afetiva, tende a, cada vez mais, não funcionar. Esta persistência do mercado na persuasão pela mensagem ainda ocorre porque existe uma tentativa de usar a lógica dos anúncios dos anos 80. Isto é, prezava-se a qualidade da execução criativa da peça publicitária e a comunicação de massa, visto que nesta lógica bastava anunciar em  um veículo de massa que metade do país estaria lhe dando atenção (AITCHISON &amp; AUSTIN, 2006, p. 17). Ou como conceituado pelos gurus da publicidade dos anos 80, “[Você] deve concentrar-se nas percepções do seu potencial cliente e não na realidade do produto” (RIES &amp; TROUT, 2009, p. 22).</p>
<p style="text-align:justify;">Ademais, como visto, além de vivermos atualmente em um mercado cada vez mais centrado no usuário (ou consumidor), também estamos em uma <em>economia da atenção</em>. Isto é, os consumidores são expostos, diariamente, a milhares de anúncios publicitários e isso resulta em uma tendência deles não prestarem mais atenção neste tipo de informação. Desta maneira, chegamos ao ponto que fazer o mesmo não funciona, temos que buscar sempre o novo, o diferente, para só assim poder conquistar, e não somente chamar, a atenção. Entretanto, o presidente da agência Talent, Júlio Ribeiro, pontua:</p>
<p style="text-align:justify;">uma das coisas que os profissionais mais carecem nas agências [de publicidade] e áreas de marketing dos clientes é ter idéias; exercer o ato de pensar. O que eu percebo nas agências e clientes é a existência de uma grande capacidade de gestão e uma deficiente capacidade de inovação<a href="#_ftn7">[7]</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Provavelmente, essa deficiência esta intimamente ligada em dois pontos: (a) com a forma de pensar que domina o setor, ou seja, como mencionado, a lógica dos anos 80; (b) com o fenômeno de maturidade das nossas agências. Ou seja, segundo a pesquisa de Alan MacCormack, professor visitante do MIT Sloan School of Management:</p>
<p style="text-align:justify;">foi notado que grandes empresas bem estabelecidas no mercado estão propícias a falhar em suas atividades, pois lhe faltam a habilidade de ver a próxima grande ideia do mercado. Além do mais, conforme as companhias crescem e atingem certo sucesso, é comum que uma miopia interna seja estabelecida, impactando seus altos executivos, e impregnando os processos internos da organização<a href="#_ftn8">[8]</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Por fim, nos deparamos com o fundamento do problema: as agências precisam trazer a inovação para um mercado de comunicação cada vez mais segmentado e com um consumidor cada vez mais exigente que não esta disposto a compartilhar a sua atenção. E, naturalmente, do outro lado, as empresas, cada vez mais, cobram das agências uma abordagem totalmente diferenciada da existente. Parece que é o momento de buscar novas soluções para o mercado antes que as agências de propaganda sejam estranguladas por estas duas forças contrárias. Para isso, só vemos uma possibilidade: a inovação focada no usuário. Urge a necessidade de construir pelo menos algum caminho para termos um mercado sólido de inovação na comunicação brasileira. Para isso, antes de tentar propormos uma nova abordagem que as agências necessitam para inovar, precisamos dar uma olhada em alguns processos e conceitos de inovação contemporâneos e buscar referências neles. E é exatamente isso que faremos nos capítulos a seguir.</p>
<hr size="1" />
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref1">[1]</a> http://adage.com/article?article_id=139592</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref2">[2]</a> http://adage.com/digital/article?article_id=135600</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref3">[3]</a> Segundo Nielsen e Loranger (2007, p.xvi) usabilidade “refere-se à rapidez com que os usuários podem aprender a usar alguma coisa, a eficiência deles ao usá-la, o quanto lembram daquilo, seu grau de propensão a erros e o quanto gostam de utilizá-la. [Sendo que] se as pessoas não utilizarem um recurso, ele pode muito bem não existir.”</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref4">[4]</a> Segundo Morville e Rosenfeld (2007, p. 4): “Arquitetura de Informação é: (a) design estrutural de grupos de informações relacionadas; (b) a combinação de organização, rotulação, busca a sistema de navegação dentro de um Web site ou Intranet; (c) a arte ou ciência da elaboração de produtos de informação e experiências para apoiar a usabilidade e <em>encontrabilidade</em>; (d) uma disciplina emergente e comunidade de profissionais focada em trazer princípios de design e arquitetura para o ambiente digital.”</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref5">[5]</a> http://info.abril.com.br/aberto/infonews/032009/20032009-48.shl</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref6">[6]</a> http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MRP1202787-6174,00.html</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref7">[7]</a> http://www.propmark.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?from_info_index=51&amp;infoid=46243&amp;sid=64</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref8">[8]</a> http://mitsloan.mit.edu/newsroom/2009-maccormack.php</p>
<br />Publicado emInternet, Mídia, Uncategorized  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/tubodensaio.wordpress.com/175/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/tubodensaio.wordpress.com/175/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/tubodensaio.wordpress.com/175/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/tubodensaio.wordpress.com/175/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/tubodensaio.wordpress.com/175/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/tubodensaio.wordpress.com/175/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/tubodensaio.wordpress.com/175/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/tubodensaio.wordpress.com/175/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/tubodensaio.wordpress.com/175/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/tubodensaio.wordpress.com/175/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/tubodensaio.wordpress.com/175/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/tubodensaio.wordpress.com/175/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/tubodensaio.wordpress.com/175/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/tubodensaio.wordpress.com/175/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tubodensaio.wordpress.com&amp;blog=6298321&amp;post=175&amp;subd=tubodensaio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A  vitória de uma nova comunicação</title>
		<link>http://tubodensaio.wordpress.com/2009/10/10/a-vitoria-de-uma-nova-comunicacao/</link>
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		<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 13:17:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tubodensaio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Rafael Salomão Resumo: Vivemos em uma economia de atenção. Cada dia é mais difícil encontrarmos meios de comunicar nossos produtos. A questão, cada vez mais, é entender três variáveis: consumidor, meio e a marca. Só após o entendimento da &#8230; <a href="http://tubodensaio.wordpress.com/2009/10/10/a-vitoria-de-uma-nova-comunicacao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tubodensaio.wordpress.com&amp;blog=6298321&amp;post=143&amp;subd=tubodensaio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:right;">Por <a href="http://tubodensaio.wordpress.com/about/">Rafael Salomão</a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Resumo:</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Vivemos em uma economia de atenção. Cada dia é mais difícil encontrarmos meios de comunicar nossos produtos. A questão, cada vez mais, é entender três variáveis: consumidor, meio e a marca. Só após o entendimento da interação entre eles que devemos pensar na mensagem que vamos enviar para sermos relevantes. Barack Obama fez isso na corrida presidencial de 2009. Sobre essa ótica de comunicação moderna examinaremos o case.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Palavras-chave:</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Internet; Obama; Publicidade; Mídia; Campanha presidencial;</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/thisisnoblog/3213317934/"><img class="aligncenter" style="margin-bottom:30px;" title="Fonte: whatisname" src="http://farm4.static.flickr.com/3354/3213317934_4eb80d5509_b.jpg" alt="" width="515" height="228" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><strong>A  vitória de uma nova comunicação</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;">Atualmente, esta mais do que claro que vivemos na <em>economia da atenção</em>, isto é, os consumidores são expostos a milhares de anúncios publicitários diariamente e isso resulta em uma tendência dos mesmos não prestarem mais atenção neste tipo de informação. Assim, os consumidores não têm mais tempo para as promessas da propaganda, eles já estão blindados. Para complicar um pouco mais, o presente panorama das grandes corporações, na maioria dos casos, apresenta um maior interesse no fluxo de caixa da empresa do que em qualquer outra atividade de comunicação<a href="#_ftn1">[1]</a>. Muito disso ocorre devido ao constante e cada vez mais forte processo de crises econômicas que permeia o capitalismo avançado, assim, as empresas precisam focar em operações táticas de sobrevivência, deixando de lado o pensamento estratégico e de longo prazo do desenvolvimento da marca. Resumindo, muitas empresas consideram que &#8220;ter grandes lucros é mais importante [...] do que desenvolver produtos seguros, confiáveis e de qualidade para os consumidores&#8221;, segundo uma pesquisa realizada pela <em>Business Week</em><a href="#_ftn2">[2]</a>.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-143"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Entretanto, esta atitude tem um reflexo direto: a queda de confiança e fidelidade nas marcas por parte do consumidor. Como relata o livro <em>Tem alguém aí? As comunicações no século XXI</em>, de Mark Austin e Jim Aitchison, uma pesquisa realizada pelo antigo professor da <em>London Business School,</em> Andrew Ehrenberg, constatou que usar a emoção para persuadir alguém a comprar algo, pelo simples fato de criar somente uma relação afetiva, tende a, cada vez mais, não funcionar<a href="#_ftn3">[3]</a>. Esta persistência do mercado na persuasão pela mensagem ainda ocorre porque existe uma tentativa de usar a lógica dos anúncios dos anos 80. Isto é, prezava-se a qualidade da execução criativa da peça publicitária e a comunicação de massa, visto que bastava anunciar em  um veículo de massa que metade do país estaria lhe dando atenção<a href="#_ftn4">[4]</a>. Ou seja, a antiga concepção de que o papel da propaganda é &#8220;transmitir mensagens cuja intenção é persuadir os consumidores a comprar determinado produto/serviço&#8230;. [sendo que] seus criadores têm de ser extremamente inovadores para que seus anúncios sejam notados&#8221;<a href="#_ftn5">[5]</a> parece estar sendo substituída pelo conceito de participação do consumidor no processo de comunicação. Prova disso é a afirmação que podemos ler no livro <em>A arte do planejamento:</em> v<em>erdades e mentiras e propaganda</em>, do célebre planejador Jon Steel. <strong>&#8220;</strong>A publicidade funciona melhor quando não diz às pessoas o que pensar, mas permite que ela tirem suas próprias conclusões sobre o significado&#8221;<a href="#_ftn6">[6]</a> ou seja, deixe que o consumidor<strong><em> </em></strong>ligue os pontos e obtenha a imagem e conceito final<strong><em> </em></strong>na própria mente.</p>
<p style="text-align:justify;">Bem, conseguindo formalizar as características do formato moderno da publicidade, devemos seguir para a forma de transmiti-la, ou seja, a mídia. Para um eficiente uso da mesma, é necessário saber quais usar e quanto usar, ou seja, ser relevante sem irritar. Com as infinidades de mídias possíveis, mais do que nunca, é necessário ser eficiente na escolha dos meios que serão usados em um planejamento de comunicação e buscar sempre focar na objetividade, neutralidade e mensurabilidade dos mesmos. Para esse processo de tomada de decisão do planejamento de comunicação, é mais do que obrigatório pensar que &#8220;a única maneira de descobrir como seus consumidores provavelmente irão interagir com a marca em diferentes pontos de conexão  é compreendendo suas atitudes em relação a ela e seus hábitos de consumo de canais de mídias e suas interações com os mesmos&#8221;<a href="#_ftn7">[7]</a>.<strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;">Conceituado esse novo panorama da comunicação, podemos passar para um segundo momento: a análise e reflexão, baseada nesses conceitos expostos, de um dos cases de maior repercussão dos últimos tempo, a campanha presidencial de Barack Obama de 2009. Esta ganhou os dois principais prêmios do Cannes Lions International Advertising Festival 2009, os prêmios de Titanium e Integrated Grand Prix.</p>
<p style="text-align:justify;">Brevemente &#8211; se é possível ser breve para falar desse case &#8211; vamos expor alguns dos principais pontos da estratégia de marketing da campanha de Obama. Por uma questão de síntese, vamos ficar somente na análise dos meios digitais. Quem sabe em outro oportunidade podemos discutir mais afundo a campanha inteira.</p>
<p style="text-align:justify;">A campanha presidencial, que começou no início de 2007, tinha como principal objetivo eleger um pouco conhecido senador afro-americano, com apenas 2 anos de experiência em Washington, a presidente da maior potência mundial do planeta. Para tanto, foi necessário focar em algumas estratégias: ampliar a base dos votantes do país, focando nos jovens, no eleitorado que estaria votando pela primeira vez e em eleitores que nunca tinham exercido o direito de voto (visto que o EUA é um país que o voto é facultativo); ajudar a eleger mais membros do partido Democrata, tendo em mente que quanto mais penetração tivesse a ideologia democrata, mais fácil seria para eleger um presidente Democrata; e, por fim, criar, em todos os estados, comunidades locais atuantes<a href="#_ftn8">[8]</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">Para atingir tais objetivos, o comitê da campanha, entendendo que o hábito de consumo de mídia do seu público-alvo era diferente, decidiu focar, principalmente, na internet. Como base da comunicação, foi criado um web site que servia como canal de entrada da campanha como um todo. Assim, a grande maioria das peças de comunicação tinham inscritas com certo destaque o endereço da pagina de internet do candidato. Desta forma, entre os muitos modos que buscaram impactar os eleitores, podemos destacar dois mecanismos chaves. Para exemplificar o primeiro, vamos imaginar um eleitor que tivesse contato com alguma peça de comunicação offline, ou mesmo, durante uma navegação na internet, fosse impactado por um dos inúmeros formatos de anúncios que foram veiculados (desde banners até links patrocinados), e tivesse o  interesse de entrar no site. Quando esse usuário entrasse no site, ele teria a disposição conteúdos para se aprofundar e verificar se o posicionamento ideológico do então candidato lhe interessava. Ademais, a certeira estratégia de e-mail marketing, no qual, a partir de um simples registro do e-mail no banco de dados, o eleitor interessado recebia mensagens lhe atualizando sobre informações da corrida presidencial, criava um conteúdo ainda mais relevante para esse usuário.</p>
<p style="text-align:justify;">Como dito, o site tinha segunda possibilidade de uso. Pensemos agora em um outro tipo de eleitorado. Imaginemos uma pessoas que já tenha decidido votar no candidato democrata, esta então entrava no site e teria a sua disposição muitas ferramentas que lhe dava meios de participar da campanha presidencial, ou melhor, <em>fazer a diferença</em>. Podemos citar aqui alguns exemplos da ferramentas. Em uma sessão chamada <em>Make Calls</em> o eleitor de Obama tinha acesso a um banco de dados de pessoas que ele poderia ligar para tentar convencer a votar no democrata ou para solicitar uma doação. O interessante desse processo, que também lembra muito um processo de terceirização de call center de empresas, é que o site também lhe entrega um script para a ligação e incentiva a retroalimentação das informações obtidas. Ou seja, a comunicação era realizada pelos próprios eleitores, em um <em>Buzz</em> controlado. Em outra seção do site era possível entrar em uma área chamada <em>Fight the smear</em>,<strong> </strong>nesta<strong> </strong>o militante democrata poderia encontrar conteúdo e argumentos para lutar contra os boatos que estavam sendo lançando, assim, o site &#8220;dotava seus evangelizadores de material e eles tratavam de replicá-lo&#8221;<a href="#_ftn9">[9]</a>. Em suma, essas estratégias de comunicação possibilitava três formas de atingir o eleitorado indeciso, isto é, ou ele seria impactado pelas peças de comunicação da campanha offline, ou pelas eficientes e eficazes estratégias de marketing digital, ou por um próprio colega do bairro ou da vizinhança que viesse conversar com ele.</p>
<p style="text-align:justify;">O que mais chama a atenção quando olha-se esse case é que a forma como ele usou de princípios básicos da internet para massificar a sua mensagem e conseguir uma enorme cobertura de uma forma orgânica. Em outras palavras, o uso da cultura do <em>Do It Yourself</em> e do <em>Buzz</em> <em>Marketing</em>. Este último, que tem como princípio básico a transmissão da mensagem a partir da comunicação entre os próprios consumidores/eleitores,  conseguiu reduzir o cinismo presente nos jovens a respeito da publicidade (fator determinante quando falamos da propaganda política) e ao mesmo tempo trazer esses eleitores para serem os mais ferozes defensores e agentes da campanha. Assim, um eleitor evangelizado influenciava outros, que influenciavam outros e assim criava-se uma rede viral de auto-replicação, ou um <em>viral loop<a href="#_ftn10"><strong>[10]</strong></a> </em>do mundo offline, no qual, como exemplifica Mark Zuckerberg, fundador do Facebook,  &#8220;a mensagem que você recebe, em muitos aspectos, é de fato menos importante do que de quem lhe transmite a mesma. [Por exemplo], se você a recebe de alguém que você confia muito, então você irá realmente ouvir o que ela tem a dizer&#8221;<a href="#_ftn11">[11]</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">Como resultado de toda a campanha, tivemos o maior case de marketing digital da história política norte-americana. Brevemente, vamos passar por alguns números:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Dos      129 milhões de pessoas que votaram, aproximadamente 70 milhões votaram      para o candidato democrata<a href="#_ftn12">[12]</a>,      sendo que a campanha online falou com cerca de 68 milhões de eleitores<a href="#_ftn13">[13]</a>;</li>
<li>Com base no conceito da <strong>Cauda Longa </strong>- isto é, a soma dos      doadores de menor porte (no caso, doadores com soma de doações menores que      1000 dólares) pode competir a soma dos doadores de maior porte (no caso,      doadores com soma de doações maiores que 1000 dólares) &#8211; , o comitê de      arrecadação da campanha obteve, aproximadamente, 665 milhões de dólares em doações individuais<a href="#_ftn14">[14]</a>.      Deste total, aproximadamente 55% vieram de doadores de menor porte<a href="#_ftn15">[15]</a> e os incríveis 500 milhões de dólares vieram de doações feitas online<a href="#_ftn16">[16]</a>;</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">Obviamente, toda a estratégia só obteve êxito, não só pela diversidade de meio que eles focaram, mas também porque existia uma mensagem relevante e não irritante. Em outras palavras, após conhecer e entender os hábitos, comportamento e o modo de interação dos eleitores com as novas mídias, centralizou-se o usa dessas tecnologias para obter um efeito multiplicador da mensagem, ou seja, estavam no lugar certo e na hora certa. Assim, conseguindo não ser irritantes, o comitê da campanha só teve que entregar a mensagem. Esta, por sua vez, foi focada no carisma de Barack Obama, na forma que ele ouvia e falava em público, no olhar sereno e positivo do candidato e na incrível biografia pessoal que ele possuía.</p>
<p style="text-align:justify;">Um exemplo nítido dessa união da estratégia com a mensagem, pode ser observada nesse fragmento de um discurso do candidato democrata, que também foi uma das grande frases que simbolizaram a campanha presidencial: &#8220;Eu não peço para vocês acreditarem na minha habilidade de mudar esse país, estou pedindo para acreditarem na capacidade de vocês mudarem o EUA&#8221;. Como podemos ver,  a retórica esta intimamente conectada com toda a estratégia de comunicação da campanha, ou seja, a participação.</p>
<p style="text-align:justify;">Por fim, o que podemos ressaltar de toda essa reflexão é a capacidade do entendimento do hábito de consumo de mídias do eleitorado americano que houve por parte dos gerentes de comunicação da campanha, e como eles conseguiram fazer da campanha um agente facilitador do processo de comunicação entre os próprios eleitores.  Ademais, eles trouxeram participação e engajamento ao mesmo tempo que comunicavam a ideologia do então candidato. Talvez todo esse processo possa ser resumido nas palavras de Ben Self, estrategista da campanha digital de Obama: &#8220;foi assim que, a partir de um portal na web, chegamos aonde todos os eleitores norte-americanos, de fato, estavam&#8221;<a href="#_ftn17">[17]</a> e no final das contas &#8220;é tudo sobre paixão. Quando você contamina as pessoas com a paixão de uma causa real, a técnica e a tecnologia são meros suportes&#8221;<a href="#_ftn18">[18]</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>BIBLIOGRAFIA</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align:justify;">ADLER, Richard P. , FIRESTONE, Charles M.  <em>A conquista da atenção. </em>São Paulo: Nobel, 2002.</p>
<p style="text-align:justify;">AUSTIN, Mark, AITCHISON, Jim. <em>Tem alguém aí? As comunicações no século XXI</em>. São Paulo: Nobel, 2006.</p>
<p style="text-align:justify;">STEEL, Jon, <em>A arte do planejamento: verdades e mentiras e propaganda. </em>Rio de Janeiros: Elsevier, 2006</p>
<p style="text-align:justify;">ANDERSON, Chris. <em>A Cauda Longa</em>. Rio de Janeiro: Editora Elsevier, 2006.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>Periódicos</strong></p>
<p style="text-align:justify;">PENENBERG, Adam L.. <em>HSM Management.</em> O viral loop da Ning, São Paulo, v. 6, n. 71, p. 73-78, nov. 2008.</p>
<p style="text-align:justify;">MARCONDES, Pry. <em>Meio digital.</em> Entrevista Ben Self, São Paulo, n. 11,p. 30-35, jul. 2009.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>Internet</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><em>DAVID PLOUFEE ON OUR STRATEGY</em>.  Capturado em 08 out. 2009.  Disponível na internet    http://www.youtube.com/watch?v=a6bp0B61rNk</p>
<p style="text-align:justify;"><em>CANDIDATE (P80003338) SUMMARY REPORTS</em> <em>- 2007-2008 CYCLE</em>.  Capturado em 08 set. 2009. Disponível na internet http://query.nictusa.com/cgi-bin/cancomsrs/?_08+P80003338</p>
<p style="text-align:justify;"><em>OFFICIAL PRESIDENTIAL GENERAL ELECTION RESULTS</em>.  Capturado em 08 set. 2009. Disponível na internet   http://www.fec.gov/pubrec/fe2008/2008presgeresults.pdf</p>
<p style="text-align:justify;">SMALL DONORS, LARGE DONORS AND THE INTERNET. Capturado em 08 out. 2009. Disponível na internet   http://www.cfinst.org/president/pdf/PresidentialWorkingPaper_April09.pdf</p>
<p style="text-align:justify;"><em>OBAMA RAISED HALF A BILLION ONLINE</em>.  Capturado em 08 set. 2009. Disponível na internet   http://voices.washingtonpost.com/44/2008/11/20/obama_raised_half_a_billion_on.html</p>
<p style="text-align:justify;"><em>FACEBOOK&#8217;S MARK ZUCKERBERG ON THE VALUE OF VIRAL LOOPS.</em> Capturado em 08 set. 2009. Disponível na internet   http://www.fastcompany.com/blog/adam-penenberg/penenberg-post/facebooks-mark-zuckerberg-viral-loops</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<hr size="1" />
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref1">[1]</a> AUSTIN, Mark, AITCHISON, Jim. <em>Tem alguém aí? As comunicações no século XXI</em>, p. 22</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref2">[2]</a> Idem, p. 40.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref3">[3]</a> Idem, p. 28.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref4">[4]</a> Idem, p. 17.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref5">[5]</a> ADLER, Richard P. , FIRESTONE, Charles M. <em>A conquista da atenção, </em>p. 20</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref6">[6]</a> STEEL, Jon, A arte do planejamento: v<em>erdades e mentiras e propaganda, p. 15.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref7">[7]</a> AUSTIN, Mark, AITCHISON, Jim. <em>Tem alguém aí? As comunicações no século XXI</em>, p. 146.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref8">[8]</a> http://www.youtube.com/watch?v=a6bp0B61rNk</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref9">[9]</a> MARCONDES, Pry. <em>Meio digital.</em> Entrevista Ben Self, São Paulo, n. 11, p. 32</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref10">[10]</a> PENENBERG, Adam L.. HSM Management. O viral loop da Ning, p. 73-78.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref11">[11]</a> http://www.fastcompany.com/blog/adam-penenberg/penenberg-post/facebooks-mark-zuckerberg-viral-loops</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref12">[12]</a> http://www.fec.gov/pubrec/fe2008/2008presgeresults.pdf</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref13">[13]</a> MARCONDES, Pry. <em>Meio digital.</em> Entrevista Ben Self, São Paulo, n. 11, p. 31</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref14">[14]</a> http://query.nictusa.com/cgi-bin/cancomsrs/?_08+P80003338</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref15">[15]</a> http://www.cfinst.org/president/pdf/PresidentialWorkingPaper_April09.pdf</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref16">[16]</a> http://voices.washingtonpost.com/44/2008/11/20/obama_raised_half_a_billion_on.html</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref17">[17]</a> MARCONDES, Pry. <em>Meio digital.</em> Entrevista Ben Self, São Paulo, n. 11, p. 33</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref18">[18]</a> Idem, p. 35</p>
<br />Publicado emInternet, política, Redes sociais, Tecnologia  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/tubodensaio.wordpress.com/143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/tubodensaio.wordpress.com/143/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/tubodensaio.wordpress.com/143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/tubodensaio.wordpress.com/143/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/tubodensaio.wordpress.com/143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/tubodensaio.wordpress.com/143/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/tubodensaio.wordpress.com/143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/tubodensaio.wordpress.com/143/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/tubodensaio.wordpress.com/143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/tubodensaio.wordpress.com/143/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/tubodensaio.wordpress.com/143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/tubodensaio.wordpress.com/143/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/tubodensaio.wordpress.com/143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/tubodensaio.wordpress.com/143/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tubodensaio.wordpress.com&amp;blog=6298321&amp;post=143&amp;subd=tubodensaio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Lei Antifumo</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 18:20:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tubodensaio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em resposta ao texto: Saúde do santo ou moral do demônio? de Patricia Porchat. Como ela disse ESTÁ COMPROVADO que FUMANTES PASSIVOS morrem por câncer de pulmão. Logo, como ela mesmo afirma, USANDO A IMAGINAÇÃO, o fumante (ativo) seria, no &#8230; <a href="http://tubodensaio.wordpress.com/2009/10/06/lei-antifumo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tubodensaio.wordpress.com&amp;blog=6298321&amp;post=132&amp;subd=tubodensaio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="line-height:normal;text-align:justify;"><em><img class="alignright" src="http://www.usefilm.com/images/4/8/8/0/4880/1249479-medium.jpg" alt="" width="307" height="208" /></em>Em resposta ao texto: <a href="http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/saude_do_santo_ou_moral_do_demonio_.html">Saúde do santo ou moral do demônio?</a> de <a href="http://lattes.cnpq.br/2588940924523681">Patricia Porchat</a>.</p>
<p style="line-height:normal;text-align:justify;">Como ela disse ESTÁ COMPROVADO que FUMANTES PASSIVOS morrem por câncer de pulmão. Logo, como ela mesmo afirma, USANDO A IMAGINAÇÃO, o fumante (ativo) seria, no máximo, acusado de homicídio culposo. Por que ela afirma isso? Ora, porque aquele que não ESCOLHEU fumar sofre uma consequência pelo ato de um terceiro. Este, que em busca do PRAZER, repete a ideologia dessa sociedade HEDONISTA (que, por definição, preza pelo prazer PRÓPRIO), simplesmente esquece dos conceitos de coletividade e cidadania e em prol do seu prazer individual. Assim, como ela deixa claro nas entrelinhas, os outros que mudem de local.</p>
<p style="line-height:normal;text-align:justify;">É também notório como o texto fica batendo na tecla de que só se pode fumar dentro de casa, e que desta forma  estaremos cerceados dos nossos direitos, mas, como sabemos, a verdade não é essa. É permitido SIM fumar fora do bar, não há impedimentos para isso, tanto que já podemos ver grupinhos fora dos bares fumando. É isso que significa cidadania, é o ato de compartilhar o espaço em harmonia e em prol de um bem comum, neste caso, da saúde coletiva. É isso que não permite a gente fazer o tão prazeroso SEXO em praça pública. Apesar de muito prazeroso para aquele que o faz, existe um PUDOR coletivo que não permite esta exposição social.</p>
<p style="line-height:normal;text-align:justify;">Ao fim, ela solicita os conceitos liberais capitalistas de liberdade de escolha do bar que queremos frequentar. Entretanto, grosso modo, defender a lei antifumo à luz desses conceitos é o mesmo que dizer: &#8220;as fábricas que poluem o mundo  que continuem assim, afinal, podemos deixar o consumidor escolher se quer ou não quer comprar o produto dela&#8221;.</p>
<p style="line-height:normal;text-align:justify;">
<p style="line-height:normal;text-align:justify;"><span id="more-132"></span></p>
<p style="line-height:normal;text-align:justify;">São pensamentos como esse que estão nos levando para esse buraco social. Essa ideologia que permeia a nossa  sociedade que produz a pobreza de uns em detrimento da riqueza de outros, que, como ela mesma conceitua, produz o mesmo simbolismo e FUGA ao cigarro em atividades rotineiras e de stress do trabalho. E me pergunto: por que, mesmo assim, é melhor pensar no seu próprio prazer em sua vida social? Porque é tão mais fácil viver sozinho do que em um coletivo. Porque enfrentar os seus próprios demônios é mais difícil do que acender um cigarro.</p>
<p style="line-height:normal;text-align:justify;">Por fim, essa constante tentativa de expor o fato como uma luta do Bom contra o Mau simplesmente não tem fundamento. A real luta aqui é a que diversos teóricos, inclusive Freud, já conceituaram: a luta do Coletivo X o Prazer individual. E  caso não tenha percebido, apelar para conceitos liberais capitalistas é dar um simples voto de confiança para o modus operandi que nos encontramos. Aí, eu já não posso tentar lhe convencer o que é melhor fazer. Cada um escolhe o mundo que quer viver.</p>
<p style="line-height:normal;text-align:justify;">
<p style="line-height:normal;text-align:justify;">
<p style="line-height:normal;text-align:justify;">Respostas breves:</p>
<div style="text-align:justify;">
<p style="line-height:normal;">Afinal, por que seria mais legítimo [nos rituais religiosos] do que o ritual particular de cada um na vida cotidiana?</p>
</div>
<p style="line-height:normal;text-align:justify;">Querendo ou não o 6º parágrafo do artigo 5º  da CONSITUIÇÃO diz: é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o LIVRE exercício dos cultos religiosos. Ou seja, respondido?</p>
<p style="line-height:normal;text-align:justify;">Ps.: Você pode e deve fumar em casa. A constituição também lhe garante a inviolabilidade da sua intimidade (Artigo 5º, Parágrafo 10)</p>
<p style="line-height:normal;text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">OBS.: Não concordo com o fato de fumar em estádio, mas, como a física permite a fumaça dissipar-se com mais facilidade em ambientes ABERTOS,  é uma questão mais problemática, comparando-se com os ambientes fechados.</p>
<br />Publicado empolítica  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/tubodensaio.wordpress.com/132/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/tubodensaio.wordpress.com/132/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/tubodensaio.wordpress.com/132/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/tubodensaio.wordpress.com/132/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/tubodensaio.wordpress.com/132/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/tubodensaio.wordpress.com/132/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/tubodensaio.wordpress.com/132/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/tubodensaio.wordpress.com/132/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/tubodensaio.wordpress.com/132/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/tubodensaio.wordpress.com/132/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/tubodensaio.wordpress.com/132/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/tubodensaio.wordpress.com/132/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/tubodensaio.wordpress.com/132/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/tubodensaio.wordpress.com/132/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tubodensaio.wordpress.com&amp;blog=6298321&amp;post=132&amp;subd=tubodensaio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>Expectadores de uma nova Televisão</title>
		<link>http://tubodensaio.wordpress.com/2009/09/14/expectadores-de-uma-nova-televisao/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 15:39:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tubodensaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[A conquista da Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[economia da atenção]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[tv digital]]></category>

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		<description><![CDATA[No final do ano de 1996, o Programa Comunicação e Sociedade do The Aspen Institute convidou mais de 20 profissionais de publicidade e dos novos meio de comunicação para discutir as mudanças que a publicidade viria a sofrer com os &#8230; <a href="http://tubodensaio.wordpress.com/2009/09/14/expectadores-de-uma-nova-televisao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tubodensaio.wordpress.com&amp;blog=6298321&amp;post=124&amp;subd=tubodensaio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" title="Televisão" src="http://iphoneplay.com.br/wp-content/uploads/2008/12/television.png" alt="" width="220" height="331" /></p>
<p style="text-align:justify;">No final do ano de 1996, o Programa Comunicação e Sociedade do The Aspen Institute convidou mais de 20 profissionais de publicidade e dos novos meio de comunicação para discutir as mudanças que a publicidade viria a sofrer com os meios de comunicação interativos. O resultado desse debate originou o livro <em>A conquista da atenção</em>, dos autores Richard Adler e Charles M. Firestone.</p>
<p style="text-align:justify;">Entre muitos pontos importantes, os profissionais da época conceituaram que o mundo vivia, e ainda vive, em uma <em>economia da atenção</em>. Isto é, com base nos dados da época, notaram que os consumidores eram expostos a milhares de anúncios publicitários diariamente e que isso resultava em uma tendência do consumidor não prestar mais atenção nesse tipo de informação. Consequentemente, a publicidade, que em sua essência busca &#8220;transmitir mensagens cuja intenção é persuadir os consumidores a comprar determinado produto ou serviço&#8221;<a href="#_ftn1">[1]</a>, necessita que a sua criação seja extremante criativa e inovadora para que o anúncio seja notado.</p>
<p style="text-align:justify;">Essa criatividade e inovação não só esta no conteúdo do anúncio, mas como também nos meios que o transmite. É nesse momento que devemos entrar nas possibilidades tecnológicas que as novas mídias interativas nos proporcionam. As novas mídias digitais, além de terem como característica essencial uma maior interatividade, nos possibilita uma maior segmentação do mercado que desejamos atingir.</p>
<p style="text-align:justify;">Trazendo essa discussão para os dias atuais, o meio televisivo também passa por uma transformação. Por mais de quarenta anos, ele age com uma estrutura básica: a grade da sua programação é permeada de anúncios publicitários. Segundo dados presentes no livro de Adler e Firestone, a verba advinda da publicidade representava, na época do lançamento do livro, 100% da renda das emissoras televisivas<a href="#_ftn2">[2]</a>. Certamente um dado que não deve ter alterado-se muito. Entretanto, o surgimento das novas mídias interativas (e com um grande destaque para a popularização da internet) fez com que o consumidor evoluísse também. Agora, o espectador não aceita tanto a passividade e a forma invasiva com que os anúncios surgem durante o programa. E eis que aí surge um problema: como a televisão moderna, que depende de publicidade para sobreviver, conseguirá agradar seu espectador para não perdê-lo para outras mídias menos intrusivas?</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-124"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Como em todos os períodos de (r)evolução da tecnologia e das mídias, é difícil encontrar um modelo de negócio ideal para os diferentes participantes do processo. O que podemos fazer é conjecturar sobre as possibilidade que a televisão possui pela frente.</p>
<p style="text-align:justify;">Com o objetivo atrair o jovem internauta que disponibiliza suas produções audiovisuais na internet mas que não possui a mesma abertura nas mídias mais tradicionais, um projeto recente tentou mesclar internet com televisão. Por meio de parcerias, a Abril desenvolveu um site com o propósito de divulgar o trabalhos audiovisuais dos internautas em um canal de televisão: o FizTV. Em um modelo parecido com o You Tube, o site, homônimo do canal, recebia vídeos dos usuários e os disponibilizava para todos assistirem dentro do site. Enquanto isso, a partir de uma votação interna dos usuários, decidia-se qual vídeo do acervo do site iria para a grade do canal.</p>
<p style="text-align:justify;">O grande erro desse projeto foi a falta do entendimento da economia da atenção. Em outras palavras, o internauta, que passa horas assistindo a vídeos engraçados na internet, tem, neste caso, sua atenção preparada para ato de ver produções originais, criativas e, principalmente, amadoras. Entretanto, como o publicitário brasileiro Michel Lent conceituou em sua palestra no Digital Media Conference II<a href="#_ftn3">[3]</a>, o que o consumidor quer, quando senta diante de um objeto que necessita de uma atitude mais passiva &#8211; a televisão &#8211; do que as mídias interativa, é o inalcançável, a super-produção, aquilo que lhe surpreenda muito mais do que ele esta habituado a ver no seu dia-a-dia como internauta. E esse é o um dos grandes desafios com que a televisão tem que trabalhar todo dia. E foi justamente este o erro crucial do FizTV. No final das contas, ele não deixou de ser um simples canal televisivo que transmitia conteúdos amadores e baseado na mesma estrutura de anúncios durante a grade. Assim, o espectador, que poderia ver os mesmo conteúdos no site e com a possibilidade de controle sobre o conteúdo que a internet propicia, provavelmente não se interessou pelo canal e deixou de assisti-lo, o que resultou na suspensão do canal<a href="#_ftn4">[4]</a> e, posteriormente, no fim do site.</p>
<p style="text-align:justify;">Como dito, erros na concepção de negócios são naturais nesse atual momento de transição. Desta forma, é oportuno identificar também uma nova tecnologia que logo estará disponível para o telespectador brasileiro: a TV digital.</p>
<p style="text-align:justify;">Vista como uma das maiores revoluções na história da televisão, a TV digital terá mais ferramentas para por em sincronia o espectador com o anunciante. A possibilidade de interação com o usuário abre espaço para que os anunciantes criem a ilusão de que o anúncio esta conversando diretamente com cada consumidor. Indo um pouco além, a fim de forjar uma relação com o consumir de uma forma mais sutil e prática para o mesmo, podemos pensar em uma convergência de tecnologias diferentes, como por exemplo a internet, a televisão digital e hardwares, como o Natal Project da Microsoft<a href="#_ftn5">[5]</a>. Desta forma, podemos ter uma interface humano-computador que interaja com o espectador com o objetivo de otimizar o processo de comunicação entre anunciante e consumidor ao mesmo tempo que individualiza a experiência do contato com a marca.</p>
<p style="text-align:justify;">Adiante, a TV digital também permitirá um melhor método de medição da audiência, visto que o usuário irá interagir com a televisão e isso será transformados em dados que poderão ser reenviados para as emissoras, o que permitirá uma maior conhecimento do segmento do mercado que assiste a um determinado programa. Entretanto, esse mecanismo também levantará questões relativas à privacidade. Até que ponto a interação da TV digital poderá também armazenar as informações e os hábitos de consumo do telespectador? Certamente, a discussão sobre privacidade não terá fim tão cedo.</p>
<p style="text-align:justify;">Finalizando, todas essas tentativas e possibilidades futuras são tentativas de encontrar respostas para uma sociedade em mutação. Ao fim desse artigo, certamente não temos respostas certeiras sobre o modo como o meio televisivo irá ou como deverá evoluir, porém urge a necessidade de um modelo de negócio eficiente e que consiga equilibrar a evolução que o espectador esta passando como consumidor de mídia, as necessidades de sobrevivência das grandes emissoras e a busca de atenção por parte dos anunciantes.</p>
<hr size="1" />
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref1">[1]</a> ADLER, Richard P. , FIRESTONE, Charles M. <em>A conquista da atenção, </em>p.20.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref2">[2]</a> Idem, p. 32.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref3">[3]</a> http://www.slideshare.net/mlent68/digital-media-conference-ii-1138616</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref4">[4]</a>http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/conteudo_maiusculo/?Abril_descontinua_canais_de_TV_e_da_Revista_da_Semana</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="#_ftnref5">[5]</a> http://www.xbox.com/en-US/live/projectnatal/</p>
<br />Publicado emMídia  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/tubodensaio.wordpress.com/124/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/tubodensaio.wordpress.com/124/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/tubodensaio.wordpress.com/124/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/tubodensaio.wordpress.com/124/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/tubodensaio.wordpress.com/124/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/tubodensaio.wordpress.com/124/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/tubodensaio.wordpress.com/124/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/tubodensaio.wordpress.com/124/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/tubodensaio.wordpress.com/124/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/tubodensaio.wordpress.com/124/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/tubodensaio.wordpress.com/124/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/tubodensaio.wordpress.com/124/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/tubodensaio.wordpress.com/124/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/tubodensaio.wordpress.com/124/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tubodensaio.wordpress.com&amp;blog=6298321&amp;post=124&amp;subd=tubodensaio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Televisão</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Considerações sobre Cloud Computing</title>
		<link>http://tubodensaio.wordpress.com/2009/02/20/consideracoes-sobre-cloud-computing/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Feb 2009 14:25:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tubodensaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[cloud computing]]></category>
		<category><![CDATA[pague pelo o que você usa]]></category>
		<category><![CDATA[privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[servidor]]></category>

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		<description><![CDATA[Deu no Technology Review e em + 17,500,000 lugares. Mas afinal, Qu&#8217;est-ce que c&#8217;est Cloud Computing? Pelas minhas leituras, Cloud computing é a forma que a web está se organizando para usar 100% da sua performance de hardware. Primeiro, vamos &#8230; <a href="http://tubodensaio.wordpress.com/2009/02/20/consideracoes-sobre-cloud-computing/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tubodensaio.wordpress.com&amp;blog=6298321&amp;post=95&amp;subd=tubodensaio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Deu no <a href="http://www.technologyreview.com/blog/editors/22940/">Technology Review</a> e em + <a href="http://www.google.com/search?q=cloud+computing+&amp;ie=utf-8&amp;oe=utf-8&amp;aq=t&amp;rls=org.mozilla:pt-BR:official&amp;client=firefox-a">17,500,000</a> lugares.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://antropofago-urbano.zip.net/images/nuvem_jesus.jpg" alt="cloud computing" /></p>
<p style="text-align:justify;">Mas afinal, <em>Qu&#8217;est-ce que c&#8217;est </em>Cloud Computing?</p>
<p style="text-align:justify;">Pelas minhas leituras, Cloud computing é a forma que a web está se organizando para usar 100% da sua performance de hardware.</p>
<p style="text-align:justify;">Primeiro, vamos pensar no caso da Amazon. A grande livraria tem inúmeros servidores espalhados pelo mundo para suprir a necessidade sazonal de suas vendas.</p>
<p style="text-align:justify;">No natal vende-se mais do que em fevereiro.  Até ai simples.</p>
<p style="text-align:justify;">Entretanto,  durante o período que fica entre os picos de venda, muito do potencial do processamento dos servidores fica inutilizado. Eis então que surgiu a idéia de alugar essa capacidade ociosa dos servidores. Assim, ela consegue usar 100% da sua capacidade de hardware o ano inteiro, além de criar mais uma fonte de renda (<a onclick="return mugicPopWin(this,event);" oncontextmenu="mugicRightClick(this);" href="http://aws.amazon.com/ec2/">veja o serviço que a Amazon oferece aqui</a>).</p>
<p style="text-align:justify;">Entrando agora no conceito em si, Cloud Computing é a organização computacional  que esta se formando na web, na qual poderemos usar (e pagar por) servidores (entenda servidores como um computador seu em um outro lugar do planeta) para fazer nossas atividade diárias. Por exemplo, em um futuro próximo, é capaz da Apple disponibilizar o Final Cut &#8211; pra que não sabe, é um programa de edição de vídeo &#8211; pela internet, você utilizará ele a partir de um site, com login e senha, deixará todos os seus projetos salvos nos servidores deles e o melhor, quando for renderizar, deixará que os servidores deles façam o processamento para você. Assim, você estará usando a maior e melhor capacidade disponível (já que ele pode diluir esses processos em 30 computadores) e da forma mais eficiente. Por fim, você só pagará o que consumir de processamento/transferência de arquivo e etc..</p>
<p style="text-align:justify;">Levando isso para grande escala, pense em uma gigante nuvem de computadores trabalhando como um só. É por isso que a tendência é que cada vez mais surjam computadores para uso só de internet. Pra que precisará de uma HD de 500GB, se poderá hospedar seus arquivos em servidores que possuem segurança de dados, back-up automáticos e etc? Além do fato de você nunca perder tais informações, ao contrário de quando só possui o arquivo no seu computador e ele é roubado.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Análise</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><em>E a privacidade? Será necessário contratos e contratos dando a privacidade total de todos os seus arquivos, já que eles ficam hospedados fora do seu computador.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>(para uma outra discussão sobre privacidade e os problemas atuais de empresas como o Google concentrarem tantas informações sobre nós, ver esse artigo: </em><a href="http://smeira.blog.terra.com.br/2009/01/09/internet-em-2020-2-transparncia-e-privacidade-2/"><em>internet em 2020, [2]: transparência e privacidade)</em></a></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Para isso tornar-se uma realidade será necessário uma ótima banda larga &#8211; o que, no fundo, é questão de tempo &#8211; para fazer todo o transporte dos seus dados para os servidores.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>O Problema de pirataria de software tende a diminuir ou até se extinguir (mentira!), já que as empresas só liberarão o acesso ao programa mediante pagamento com login senha e etc.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>As atualizações dos softwares, assim como as soluções de bugs, poderão ser feitos mais facilmente e com mais rapidez, já que eles estarão sempre sobre o domínio da empresa</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Nenhum arquivo será perdido, pois tudo estará back-upiado.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Maior capacidade de processamento de dados. Imagine usar 1% da ociosidade  de todos os servidores do mundo para processar dados de pesquisas médicas.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>+ Referências:</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;">Programa de criação de charts online: www.lovelycharts.com</p>
<p style="text-align:justify;">http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2008/08/13/cloud-computing-entenda-este-novo-modelo-de-computacao/</p>
<p style="text-align:justify;">Materiais da universidade de Berkley conceituando o tem. <a href="http://d1smfj0g31qzek.cloudfront.net/above_the_clouds.ppt.pdf">PPT</a>, <a href="http://d1smfj0g31qzek.cloudfront.net/abovetheclouds.pdf">PAPER</a> e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=IJCxqoh5ep4">VÍDEO</a></p>
<p style="text-align:justify;"><em>INSIGHTS:</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Ao ligar o computador, o boot dele é uma conexão direta com o servidor da microsoft. Você rodará o windows live a partir desse servidor já, e não mais a partir da sua máquina. Todo o hardware dela será usado para melhorar todo o tipo de performance da conexão com a web. </em></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://d1smfj0g31qzek.cloudfront.net/above_the_clouds.ppt.pdf"><br />
</a></p>
<br />Publicado emComputação, Internet, Tecnologia  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/tubodensaio.wordpress.com/95/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/tubodensaio.wordpress.com/95/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/tubodensaio.wordpress.com/95/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/tubodensaio.wordpress.com/95/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/tubodensaio.wordpress.com/95/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/tubodensaio.wordpress.com/95/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/tubodensaio.wordpress.com/95/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/tubodensaio.wordpress.com/95/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/tubodensaio.wordpress.com/95/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/tubodensaio.wordpress.com/95/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/tubodensaio.wordpress.com/95/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/tubodensaio.wordpress.com/95/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/tubodensaio.wordpress.com/95/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/tubodensaio.wordpress.com/95/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tubodensaio.wordpress.com&amp;blog=6298321&amp;post=95&amp;subd=tubodensaio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Mais informação, menos certezas.</title>
		<link>http://tubodensaio.wordpress.com/2009/02/04/mais-informacao-menos-certezas/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Feb 2009 02:53:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tubodensaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[diluidores da verdade]]></category>
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		<description><![CDATA[Deu na Wired Nesse artigo, Clive Thompson, da Wired, expõe como, na era da informação, a crescente onda de notícias sem fundamento agem contra uma progressão do conhecimento real.   Com base na teoria de Robert Proctor, Thompson descreve como o grande &#8230; <a href="http://tubodensaio.wordpress.com/2009/02/04/mais-informacao-menos-certezas/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tubodensaio.wordpress.com&amp;blog=6298321&amp;post=79&amp;subd=tubodensaio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.wired.com/techbiz/people/magazine/17-02/st_thompson">Deu na Wired</a></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify">
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify">Nesse artigo, Clive Thompson, da Wired, expõe como, na era da informação, a crescente onda de notícias sem fundamento agem contra uma progressão do conhecimento real.</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify">
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify">Com base na teoria de <a href="http://www.stanford.edu/dept/HPS/proctor.html">Robert Proctor</a>, Thompson descreve como o grande volume de informações, que somos submetidos todo dia, está abrindo uma oportunidade para os <strong>diluidores da verdade. </strong><span style="font-weight:normal;">Isto é, seja em casos como a religião de Obama, ou das causas do aquecimento global, sempre poderá existir – e existe &#8211; lobistas, ou pessoas com interesses particulares, buscando formas de subverter os fatos reais por fatos que possam trabalhar em favor de suas ambições. Essa espécie de cortina de fumaça, que muitas vezes consegue cobrir ou turvar a verdade, permite que dados como o da Gallup apareçam – i.e. <a href="http://www.gallup.com/poll/106660/Little-Increase-Americans-Global-Warming-Worries.aspx">como existe uma falta de preocupação da população norteamericana diante do aquecimento global.</a></span> Além disso, não preciso lembrar que muito desta despreocupação advém do constante lobby das companhias petrolíferas em divulgar dados sobre como o aquecimento global não tem relação com o crescimento da humanidade, mas sim com um processo natural do planeta. <strong>Proctor</strong>, também chamará essa estratégia de <em><em><strong>agnotology </strong></em></em><em><span style="font-style:normal;"><span style="font-weight:normal;">(ou o ato de duvidar de algo, pela falta de uma razão absoluta).</span></span></em></p>
<p> </p>
<p> <span id="more-79"></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify">
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify">
<blockquote>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><em><strong>&#8220;People always assume that if someone doesn&#8217;t know something, it&#8217;s because they haven&#8217;t paid attention or haven&#8217;t yet figured it out,&#8221; Proctor says. &#8220;But ignorance also comes from people literally suppressing truth—or drowning it out—or trying to make it so confusing that people stop caring about what&#8217;s true and what&#8217;s not.&#8221;</strong></em></p>
</blockquote>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><strong><em></em></strong></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify">
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify">Em suma, aquele velho ditado <em><strong>uma mentira contada várias vezes, vira uma verdade </strong></em><span style="font-style:normal;"><span style="font-weight:normal;">é a estratégia básica usada por grupos interessados em dispersar o foco de qualquer debate importante e colocar em cheque a vericidade do debate em si. Lembre-se do filme “Obrigado por fumar” no qual o ator principal, um advogado da indústria do tabaco, diz </span></span><em><strong>eu não preciso falar que o meu ponto está certo, eu preciso provar que o seu está errado</strong></em><span style="font-style:normal;"><span style="font-weight:normal;">.</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><span style="font-style:normal;"><span style="font-weight:normal;"><br />
</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify">
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify">Ao fim do texto, podemos notar que a internet é apontada como um dos elementos principais para se combater qualquer tipo de força que busque criar uma cortina de fumaça em informações relevantes.</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify">
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify">
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify">
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><strong>Minha análise:</strong></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify">
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;" align="justify"><em>Concordo com essa existência de forças lobistas a favor de difundir inverdades sobre determinados debates, para assim desestabilizá-lo. Assim como também concordo com a função da internet como força contrária a tais práticas. Entretanto, acho que dentro do modelo atual da internet, e principalmente, quando se trata de uma rede que é pautada na navegação dentro de buscadores, não podemos esquecer como os Search Enginers funcionam. Ou seja, o próprio Google pode muitas vezes só retornar resultados, em primeira instância, que apontam os pontos defendidos pelos oligopólios de interesses (<strong>já que seu critério de Pagerank beneficia veículos de grande porte, que por sua vez podem estar nas mãos de grandes interesses</strong>). </em></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;" align="justify"><em></em></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;" align="justify"><em><br />
</em></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;" align="justify">
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;" align="justify"><em>Por outro lado, o fator <strong>REDE SOCIAL</strong> permite a troca imediata de informação entre usuários e o apontamento de fontes com diferentes orientações ideológicas.</em><em></em></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;" align="justify">
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;" align="justify">
<ul>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;" align="justify"><em>Necessidade enorme de filtros de informação. </em></p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;" align="justify"><em>Modos de IA que possam, a partir de uma breve orientação, compor um esquema de notícias confiáveis.</em></p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;" align="justify"><em>Necessidade de saber <strong>o que é CONFIÁVEL</strong>: aquilo que mais pessoas leem, aquilo que grandes formadores de opinião leem, ou <strong>uma equação entre esses dois elementos mais o que os blogs postam?</strong></em></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;" align="justify"> </p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify"><em><strong>Na era da informação, o homem é aquilo o que filtra.</strong></em></p>
</li>
</ul>
<br />Publicado emInternet, política  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/tubodensaio.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/tubodensaio.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/tubodensaio.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/tubodensaio.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/tubodensaio.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/tubodensaio.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/tubodensaio.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/tubodensaio.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/tubodensaio.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/tubodensaio.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/tubodensaio.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/tubodensaio.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/tubodensaio.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/tubodensaio.wordpress.com/79/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tubodensaio.wordpress.com&amp;blog=6298321&amp;post=79&amp;subd=tubodensaio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Os próximos 5000 dias da internet</title>
		<link>http://tubodensaio.wordpress.com/2009/01/27/os-proximos-5000-dias-da-internet/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Jan 2009 03:28:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tubodensaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[previsões futuras]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Kevin Kelly]]></category>
		<category><![CDATA[previsão]]></category>

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		<description><![CDATA[Pontos principais: Um grande computador de dados interligados. Uma REDE mais inteligente, que reconhecerá os usuários. Mais personalizada, e por tanto precisará de uma transparência maior das pessoas. E uma rede Onipresente, estando presente em todos os dispositíveis.   Fonte: TED &#8230; <a href="http://tubodensaio.wordpress.com/2009/01/27/os-proximos-5000-dias-da-internet/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tubodensaio.wordpress.com&amp;blog=6298321&amp;post=66&amp;subd=tubodensaio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://tubodensaio.wordpress.com/2009/01/27/os-proximos-5000-dias-da-internet/"><img src="http://img.youtube.com/vi/yDYCf4ONh5M/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Pontos principais:</strong></p>
<p style="text-align:center;">
<ul style="text-align:justify;">
<li>Um grande computador de dados interligados.</li>
<li>Uma REDE mais inteligente, que reconhecerá os usuários.</li>
<li>Mais personalizada, e por tanto precisará de uma transparência maior das pessoas.</li>
<li>E uma rede Onipresente, estando presente em todos os dispositíveis.</li>
</ul>
<p> </p>
<p>Fonte: <a href="http://www.ted.com/index.php/talks/kevin_kelly_on_the_next_5_000_days_of_the_web.html">TED</a></p>
<br />Publicado emInternet, previsões futuras  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/tubodensaio.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/tubodensaio.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/tubodensaio.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/tubodensaio.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/tubodensaio.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/tubodensaio.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/tubodensaio.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/tubodensaio.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/tubodensaio.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/tubodensaio.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/tubodensaio.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/tubodensaio.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/tubodensaio.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/tubodensaio.wordpress.com/66/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tubodensaio.wordpress.com&amp;blog=6298321&amp;post=66&amp;subd=tubodensaio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Facebook e a experiência totalizante</title>
		<link>http://tubodensaio.wordpress.com/2009/01/27/57/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Jan 2009 01:45:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tubodensaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[previsões futuras]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[businessWeek]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[G4i]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiu no BusinessWeek Nesta reportagem, o jornal de negócio explana como as redes sociais (subentenda-se como Facebook, twitter, delicious, orkut e etc) estão tomando conta da internet e começando a desbancar os  G4i (Grupo dos 4 sites mais fortes: AOL, &#8230; <a href="http://tubodensaio.wordpress.com/2009/01/27/57/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tubodensaio.wordpress.com&amp;blog=6298321&amp;post=57&amp;subd=tubodensaio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western" style="margin-bottom:0;text-align:right;">Saiu no <a onclick="return mugicPopWin(this,event);" oncontextmenu="mugicRightClick(this);" href="http://www.businessweek.com/technology/content/jan2009/tc20090121_557202_page_2.htm">BusinessWeek</a></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;text-align:justify;">
<p class="western" style="margin-bottom:0;text-align:justify;">
<p class="western" style="margin-bottom:0;text-align:justify;">
<p class="western" style="margin-bottom:0;text-align:justify;">Nesta reportagem, o jornal de negócio explana como as redes sociais (subentenda-se como Facebook, twitter, delicious, orkut e etc) estão tomando conta da internet e começando a desbancar os  <strong>G4i </strong>(Grupo dos 4 sites mais fortes: AOL, GOOGLE, MICROSOFT e YAHOO).</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;text-align:justify;">
<p class="western" style="margin-bottom:0;text-align:justify;">A partir de um breve co<span style="font-size:small;">mparat</span>ivo, a reportagem expõe alguns pontos interessantes, como por exemplo:</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;text-align:justify;">
<ul style="text-align:justify;">
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">O rápido 	crescimento do Facebook &#8211; (140 million at yearend 2008 )</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">O serviço de 	experiência que o Facebook proporciona, i.e. o usuário pode ficar 	navegando dentro do site e fazer compras na Amazon, atualizar 	wishlist, bater-papo via chat.</p>
</li>
<li>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">Facebook: Serviços 	oferecido para mobile, tanto para celulares mais básicos como 	Smartphones.</p>
</li>
</ul>
<p class="western" style="text-align:justify;">
<p class="western" style="text-align:justify;"><strong>Engagement (or time spent)</strong></p>
<p class="western" style="text-align:justify;">
<p class="western" style="margin-bottom:0;text-align:justify;">Outro ponto a se levantar é o tempo gasto (ou engagement) de um usuário dentro das redes sociais. Enquanto os grandes portais como Yahoo e Google obtêm um acesso de 120 e 42 bilhões de minutos por mês, respctivamente, o Facebook e Myspace estão logo atrás com 34 e 18 bilhões de minutos, respectivamente.</p>
<p class="western" style="text-align:center;">.</p>
<p class="western" style="text-align:center;">.</p>
<p class="western" style="text-align:center;">.</p>
<p class="western" style="text-align:justify;">A REDE está mudando, os sites buscam agora buscam “construir constelações” para seus usuários, locais que forneçam uma quase completa experiência. As redes sociais largam com uma vantagem, pois são os únicos, comparativamente, que possuem já uma elemento chave: pessoas se comunicando com pessoas. Uma constelação não se forma sem seres vivos.</p>
<p class="western" style="text-align:justify;">A constelação será usada para lhe fornecer uma experiência “one-stop shops”, no qual você poderá consumir o que quiser dentro de um site só &#8211; algo que já existe a um bom tempo nos portais.</p>
<p class="western" style="text-align:justify;">Por fim, a via que o Facebook agora procura é a de sair do paradigma de “organizamos o conteúdo do mundo” para o “<strong>organizamos o mundo das pessoas</strong>”.</p>
<p class="western">
<p class="western"><strong>Minha análise:</strong></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><em>Fazendo um paralelo, mesmo com as inovações, ainda vivemos uma perspectiva, por partes das .com, de uma  internet como um grande shopping center. Os grande portais, mais as redes sociais (Facebook), desejam que os usuários fiquem o mais tempo possível e consuma tudo o que eles possam. Concepção que cria ferramentas como o <a href="http://openid.net">OpenID</a> (<strong>Facebook Connect </strong></em><em>foi lançado posteriormente à veiculação desse post, ver link abaixo sobre os resultados), no qual eu posso migrar de um site para outro sem precisar fazer login. Entretanto, neste último caso, provavelmente, o OpenID deve se beneficiar de informação dos hábitos do usuário. Em suma, como é possível notar, a internet ainda está engatinhando muito, com modelos de nogócios de grande escala e <strong>tentativas de experiências totalizantes. </strong></em></p>
<p class="western" style="text-align:justify;">
<p class="western" style="text-align:justify;"><em>Atualização 26/03/10</em></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><em><strong>Links: <a href="http://www.businessinsider.com/facebook-plans-to-take-over-the-entire-internet-starting-with-a-like-button-2010-3">http://www.businessinsider.com/facebook-plans-to-take-over-the-entire-internet-starting-with-a-like-button-2010-3</a></strong></em></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><em><strong><a href="http://www.businessinsider.com/facebook-connect-is-getting-huge-2009-12">http://www.businessinsider.com/facebook-connect-is-getting-huge-2009-12</a></strong></em></p>
<br />Publicado emInternet, previsões futuras, Redes sociais  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/tubodensaio.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/tubodensaio.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/tubodensaio.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/tubodensaio.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/tubodensaio.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/tubodensaio.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/tubodensaio.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/tubodensaio.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/tubodensaio.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/tubodensaio.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/tubodensaio.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/tubodensaio.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/tubodensaio.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/tubodensaio.wordpress.com/57/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tubodensaio.wordpress.com&amp;blog=6298321&amp;post=57&amp;subd=tubodensaio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Agregador de notícia Visual!</title>
		<link>http://tubodensaio.wordpress.com/2009/01/26/agregador-de-noticia-visual/</link>
		<comments>http://tubodensaio.wordpress.com/2009/01/26/agregador-de-noticia-visual/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2009 15:30:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tubodensaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[agregador de notícia]]></category>
		<category><![CDATA[organização visual]]></category>
		<category><![CDATA[soluções com flash]]></category>
		<category><![CDATA[webvisual]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://tubodensaio.wordpress.com/?p=47</guid>
		<description><![CDATA[Deu no Twitter:  Newsmap. Um ótimo agregador de notícias que apresenta a &#8220;relevância&#8221; das notícias a partir do tamanho do box apresentado. Isto é, usando como base de dados o Google News Aggregator, o aplicativo em flash utiliza da informação &#8230; <a href="http://tubodensaio.wordpress.com/2009/01/26/agregador-de-noticia-visual/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tubodensaio.wordpress.com&amp;blog=6298321&amp;post=47&amp;subd=tubodensaio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://marumushi.com/projects/newsmap">Deu no Twitter:  Newsmap.</a></p>
<p style="text-align:justify;">Um ótimo agregador de notícias que apresenta a &#8220;relevância&#8221; das notícias a partir do tamanho do box apresentado. Isto é, usando como base de dados o <a href="http://news.google.com/">Google News Aggregator</a>, o aplicativo em flash utiliza da informação de quantos veículos de comunicação noticiaram certa notícia e transforma tal informação em uma interface visual de maior ou menor escala. Esta organização também serve para reconhecer os padrões de destaque que certas notícias têm sobre as outras, além de possibilitar um comparativo entre os principais destaques em cada país.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter" title="Newsmap" src="http://marumushi.com/images/projects/newsmap_1.jpg" alt="" width="515" height="258" /></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://marumushi.com/projects/newsmap">In Newsmap, the size of each cell is determined by the amount of related articles that exist inside each news cluster that the Google News Aggregator presents</a></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>Minha Análise:</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Diante da presente quantidade e do exponencial crescimento das fontes de notícia a REDE passa por um momento particular no qual não falta informação, mas, sim, organização. Com um despositivo muito hábil, este aplicativo permite, a partir de simples elementos como cor e tamanho de letra/box, organizar visualmente as notícias que têm mais destaques em determinados países. Algo que poderia ser pensando tanto para portais como para um sistema de busca visual, i.e. uma ferramenta que apresente a relevância de cada termo por meio de elementos parecidos com o do presente estudo. Isto já mostra um início de webvisual mais claro. </em></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><em><strong>Segundo a própria conclusão do criador:</strong></em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Today, the internet presents a new challenge, the wide and unregulated distribution of information requires new visual paradigms to organize, simplify and analyze large amounts of data. New user interface challenges are arising to deal with all that overwhelming quantity of information.</em></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>Ver Também:</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://wk.com/">Projeto de navegação gráfica do mesmo autor.</a></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://marumushi.com/projects/wiedenkennedy">Outros projetos.</a><em><br />
</em></p>
<br />Publicado emInternet, Tecnologia  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/tubodensaio.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/tubodensaio.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/tubodensaio.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/tubodensaio.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/tubodensaio.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/tubodensaio.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/tubodensaio.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/tubodensaio.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/tubodensaio.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/tubodensaio.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/tubodensaio.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/tubodensaio.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/tubodensaio.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/tubodensaio.wordpress.com/47/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tubodensaio.wordpress.com&amp;blog=6298321&amp;post=47&amp;subd=tubodensaio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Monopoogle!</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jan 2009 04:31:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tubodensaio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[monopólio]]></category>
		<category><![CDATA[práticas monomolísticas]]></category>
		<category><![CDATA[silvio]]></category>
		<category><![CDATA[silvio meira]]></category>

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		<description><![CDATA[Deu no Blog do Sílvio Meira: lock-in: a vez de google? Excelente post sobre o alerta que devemos ter quando se trata de tecnologia. Práticas do Google que tentam nos manter presos ao Googlexperience.  Como, por exemplo, o fato dele &#8230; <a href="http://tubodensaio.wordpress.com/2009/01/26/monopoogle/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tubodensaio.wordpress.com&amp;blog=6298321&amp;post=43&amp;subd=tubodensaio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Deu no Blog do Sílvio Meira: <a rel="bookmark" href="http://smeira.blog.terra.com.br/2009/01/25/lock-in-a-vez-de-google/">lock-in: a vez de google?</a></p>
<p style="text-align:justify;">Excelente post sobre o alerta que devemos ter quando se trata de tecnologia.</p>
<p style="text-align:justify;">Práticas do Google que tentam nos manter presos ao Googlexperience.  Como, por exemplo, o fato dele não suportar o internet explorer 6 no Gmail. Solicitando &#8220;<strong><em>que os usuários devem mudar para firefox ou chrome</em></strong>&#8220;.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Lembrete:</strong></p>
<ul style="text-align:justify;">
<li><em>Tais práticas são fáceis de encontrar em outros serviços do Google. Veja por exemplo a exibição de vídeos na respectiva seção do Orkut. Somente é possível uploadar vídeos que estejam dentro do googlevideos e youtube.</em></li>
<li><em>Necessidade de maior debate sobre o assunto!</em></li>
</ul>
<br />Publicado emUncategorized  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/tubodensaio.wordpress.com/43/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/tubodensaio.wordpress.com/43/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/tubodensaio.wordpress.com/43/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/tubodensaio.wordpress.com/43/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/tubodensaio.wordpress.com/43/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/tubodensaio.wordpress.com/43/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/tubodensaio.wordpress.com/43/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/tubodensaio.wordpress.com/43/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/tubodensaio.wordpress.com/43/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/tubodensaio.wordpress.com/43/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/tubodensaio.wordpress.com/43/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/tubodensaio.wordpress.com/43/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/tubodensaio.wordpress.com/43/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/tubodensaio.wordpress.com/43/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tubodensaio.wordpress.com&amp;blog=6298321&amp;post=43&amp;subd=tubodensaio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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